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TRATAMENTO CIRÚRGICO

  1. Amigdala-Adenoidectomia

  2. Uvulopalatofaringoplastia convencional ou a laser

  3. Glossectomia, avanço genioglosso

  4. Avanço maxilomandibular

  5. Estimulação do nervo hipoglosso

  6. Hiodoplastia, traqueostomia

  7. Cirurgia bariatrica, etc..

TRATAMENTOS

 

 

APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO

O tratamento atual se divide em 3 modalidades, tendo como base a frequência das apneias (IAH), redução da oxigenação, a presença ou não das anomalias anatômicas referidas e a fragmentação do sono.

 

O tratamento mais indicado numa grande parte dos pacientes é a prótese ventilatória - CPAP ou BIPAP, que consiste na aplicação de uma pressão positiva contínua (mediante um compressor de ar e máscara nasal) que mantém permeável a via aérea superior, impedindo seu colapso principalmente na fase inspiratória. 

APARELHO ORAL / INTRA-ORAL

Uma alternativa para o tratamento do ronco e da Apneia Obstrutiva de leve e moderada intensidade. O ronco que afeta uma grande parcela de indivíduos em nossa sociedade criando problemas sociais e incômodo a outras pessoas, pode ser prenúncio de um sério problema médico. Nem todo roncador tem problema de apneia, porém, quase todo indivíduo que tem apneia é roncador. Conseqüentemente, o roncador pode estar escondendo uma importante apneia.

O tratamento com aparelho oral é feito por um dentista especialista, habilitado à manusear aparelhos orais para tratamento do ronco ou da Apneia Obstrutiva. Após o exame do paciente avaliando a oclusão dentária, ATM (Articulação Temporo - Mandibular), hábito intra-oral, dentes, tecido periodontal etc, o dentista solicita radiografias panorâmicas e cefalométricas em três posições e modelos, definindo assim, qual o tipo de aparelho oral a ser indicado: reposicionador mandibular, retentor lingual ou outras modalidades de aparelho.

O aparelho oral é confortável feito de uma resina termo-elástica com um expansor metálico que permite o movimento lateral, vertical e reposicionamento protusivo da mandíbula, progressivamente até a eliminação do ronco ou da Apneia Obstrutiva. O paciente dormirá todas as noites com o aparelho, ficando sob assistência do dentista.

O aparelho oral reposicionador mandibular ou retentor lingual vem sendo usado no Canadá e nos Estados Unidos, desde 1987, para o tratamento do ronco ou Apnéia Obstrutiva leve ou moderada. Para o roncador o aparelho tem uma eficácia de até 95% e para o apnéico de leve a moderada intensidade de até 80%. Porém, o aparelho reposicionador mandibular ou retentor lingual só deve ser colocado por profissional treinado, capacitado e por indicação médica após a polissonografia e o diagnóstico da referida doença.

A indicação cirúrgica representa a terceira modalidade de tratamento. A traqueotomia foi inicialmente utilizada, tendo sido abandonada por suas complicações, efeitos colaterais e o surgimento de outras técnicas cirúrgicas. A uvopalatofaringoplastia é geralmente utilizada em pacientes com obstrução a nível da orofaringe, podendo ser realizada por cirurgia convencional, a raio lazer ou, mais recentemente, por ondas de rádio freqüência que é uma forma de energia térmica de alta voltagem. Outras modalidades de cirurgia são também indicadas em menor freqüência tais como: cirurgia maxilofacial com miotomia e suspensão do hióide na obstrução a nível da base da língua, osteotomia mandibular com avanço do genioglosso na obstrução a nível retroglossal; glossectomia na vigência de macroglossia; osteotomia mandibular e maxilar associada a tratamento ortodôntico entre outras.

Em alguns casos o tratamento deverá ser modificado na dificuldade da adaptação ou aceitação pelo paciente ou distintas modalidades terapêuticas poderão ser conjugadas ou associadas.

CONCLUSÃO

A Apneia  obstrutiva do sono é uma importante doença que implica em adequada investigação traduzida por: exame clinico apropriado e estudo do sono (polissonografia).

O tratamento é essencial, não somente or melhorar os sintomas que inclui a excessiva sonolência e sono não reparador, mas principalmente por prevenir o desenvolvimento de complicações cardiovasculares.

O tratamento existe sendo inclusive efetivo e inclui a conduta clínica ou cirúrgica em alguns casos, com melhora e excelentes resultados.